hello!
muito interessante estas perguntas reflexivas para autoconhecimento! sim, existe a recomendação para que um psicólogo acompanhe você nessas reflexões para evitar que você tenha um surto! porém é bacana esse avanço moral.
enfim, fazendo um pulo no tema, questionei o quanto os acontecimentos da infância podem ser considerados traumas e influênciar minhas atitudes de hoje. É algo a ser explorado, mas posso listar meus trágicos traumas -dramatizando e aumentando um pouco pra ver se entendo algo como fator influênciador- da infância dos anos 90 nos seguintes acontecimentos (pelo o que lembro momentaneamente):
presenciar o ato sexual dos meus pais, perceber os atos tarados de meu pai (nunca fui molestado), notar estranhos na rua olhando a bunda de minha mãe, ser acariciado por minha prima, sofrer a tensão da morte de mamãe, ter a mudança brusca de escola, perder amizades, não se encaixar nos grupinhos, sofrer bullying dos irmãos, sofrer tensão psicológica com a mãe preferenciando outro filho, sofrer a tensão de uma mãe com doença passível de morte, ter visto a arma de papai, ter sido acusado de desatento na invasão da casa, estado presente no dano da casa sozinho com mamãe enquanto ela entrava em pânico, fugir da finalização com as menininhas, sofrer de enxaqueca e da barriga, ter choque por atos de carinho da mãe, escutar sua parente dizer que simplesmente você foi largado na casa dela por sua mãe, escutar os traumas da mãe com sua avó, ter estado junto da discussão entre seus pais, sofrer belos esporroes em festas da família culpando a pessoa e não minhas atitudes, servir de saco de pancada da mãe raivosa, presenciar atitudes violentas de brigas discussões e chingamentos de familiares, ouvir de seu pai que você é um nada, etc.
enfim, olhando assim parece mais assustador!
mas ainda to aqui! de pé!
o quanto isso influência minhas atitudes adultas hoje?
contudo não consigo deixar de citar como foi bom! quando roubei e minha mãe teve uma excelente atitude de me fazer devolver, quando engasguei e minha mãe me salvou, além da vez que quebrei o braço!
que coisa complexa gente! Tão maravilhosa!